Terça-feira, 10 de Março de 2009

Novo tempo

"Eis o tempo de conversão, eis o dia da salvação"

Quem nunca ouviu essa música? Quem nunca pensou "será um novo tempo de conversão"?

A Igreja nós dá um bom tempo para pensarmos no nosso compromisso com Jesus, a final somos convidados a ficarmos na sua comanhia, durante esses 40 dias, para assim ficarmos mas próximos do mestre!

Que nessa quaresma possamos firma nossos compromisso com o Senhor, sofrermos com Ele para com Ele renascermos!

Segunda-feira, 9 de Março de 2009

Campanha da Fraternidade


Questão da violência no Rio de Janeiro, preocupação do novo arcebispoD. Orani Tempesta lembra que tema da segurança é debatido na Campanha da Fraternidade

Por Alexandre Ribeiro

RIO DE JANEIRO, segunda-feira, 2 de março de 2009 (ZENIT.org).- O novo arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani João Tempesta, ao comentar que uma pergunta constante dos jornalistas, após sua nomeação, foi sobre a violência no Rio, afirmou que esta é uma preocupação não apenas sua, mas de toda Igreja no Brasil, que discute o tema da segurança pública na Campanha da Fraternidade.

«Todos queremos que seja mudada essa situação [de violência] que ora vivemos em nosso mundo e de maneira especial em nosso país. Essas preocupações estão dentro das reflexõ ;es de nossa atual Campanha da Fraternidade», recorda, em artigo difundido à imprensa nesse domingo.

Segundo o arcebispo, não existem «soluções mágicas para grandes questões de comportamento social e principalmente para as mudanças sociais, principalmente culturais, profundas que aconteceram na sociedade».

«São questões de valores familiares, éticos-morais, valorização da vida, posicionamento da mídia, situação da criminalidade, problemas sociais diversos, esquecimento do transcendente.»

Dom Orani considera que não faltam orientações da Igreja sobre essas questões, mas «depende muito do acolhimento que as pessoas fazem às orientações».

«O Evangelho vivido com a liberdade cristã, sem fanatismos e fundamentalismos, é um caminho seguro para uma convivência de paz», considera.

«Muitos daqueles que não crêem colocam em prática os valores do Evangelho mesmo sem saber quando agem com sinceridade e na busca da verdade.»

O tema da segurança pública apresenta para a Campanha da Fraternidade um «desafio enorme», «que não conseguiremos resolver em um ano», destaca.

Por isso, o arcebispo recorda que a Igreja no Brasil fez a proposta de apresentar, no final da Campanha, «um projeto de estado que a curto, médio e longo prazo dê passos na direção da construção de uma sociedade que sonhamos».

«Não existe solução para problemas profundos a que chegamos sem uma opção séria para que, em examinando os caminhos, cheguemos unidos a alguns parâmetros em que a maioria aposte como importantes para o nosso futuro.»

«Aquilo que foi ocorrendo como um rio caudaloso levando-nos a essa mudança cultural de hoje terá de ser agora repensado com a inteligência e decisão humana. A Igreja está presente e quer colaborar», afirma.

Fonte: Zenit

Sexta-feira, 15 de Agosto de 2008

Perseverança é Dom de Deus!

Caminhar, todos caminham, ter metas, todos teêm, mas perseverança, poucos tem de verdade.
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Quando nos deparamos em situações que nos "tiram o chão", temos que lembrar que Deus é por nós, afinal, ele é providente!
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A Desesperança que nos assola, deixando nosso coração com 200Kg, é normal, afinal, como já escrevi antes, queremos um Deus IMEDIATO.
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Ser perseverante nas orações é a maneira de vacinar nosso coração das decepções que o mundo nos traz, confiar e esperar no Senhor é o nosso remédio!

Quinta-feira, 14 de Agosto de 2008

AVE MARIA (EM LATIM)

Eu fico impressionado como tem muita gente que tem a certeza que o Latim é uma lingua morta... Porém, sempre que eu escuto essa "heresia" com a cultura mundial, eu afirmo, "a lingua é antiga, mas não é morta". Isso porque o Latim é idioma oficial do menor Pais do mundo, o Vaticano!
Para nós vermos a beleza do Latim, resolvi trazer as principais orações Católicas em Latim, para quem prefere rezar, ou para mater a curiosidade de outros (rsrsrsr)
Resolvi começar pela Ave Maria!

AVE MARIA
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Ave Maria gratia plena
Ave Maria, cheia de graça
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Dominus tecum.
o Senhor é contigo.
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Benedicta tu in mulieribus
Bendita (és) tu entre as mulheres
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et benedictus fructuse
bendito (é) o fruto
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ventris tui, Jesus.
do teu ventre, Jesus.
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Sancta Maria, Mater Dei,
Santa Maria, Mãe de Deus,
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ora pro nobis, peccatoribus,
ora por nós, pecadores,
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nunc et in hora
agora e na hora
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mortis nostræ. Amen.

da nossa morte. Amém.

Quarta-feira, 13 de Agosto de 2008

Deus me ama e isso me Basta!


As vezes nós, no alto do nosso pendestal, nos achamos tão superiores, inatingíveis, magnânimos que somos novos deuses na Terra, mas também nós as vezes nos humilhamos de uma forma exagerada, falsa e irreal...
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Colocamos a máscara da hipocrisia porém, reconhecer que Deus nos ama e conosco vai, é o nosso remédio, afinal, Deus me ama e isso me Basta! Aceitar o Amor de Deus, seu chamado, aceitar com simplicidade, afinal você não é o melhor, nem o pior para desenvolver aquilo que Deus quer hoje!
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Aceitar e perceber que todo o bem nasce em nós quando aceitamos esse Dom de Deus, de que só o Seu amor nos Basta!

Quarta-feira, 6 de Agosto de 2008

O Sacramento do Matrimônio (11/11)

O Matrimônio é o amor. Ninguém consegue viver sem a presença e a amizade de outras pessoas. Ninguém está sozinho. No casamento, essa amizade é repartida entre o marido e a mulher: é repartida entre o casal e os filhos, e com a comunidade onde vivem. O mais difícil do amor é permanecer firme nele. Só Deus mesmo é capaz de ser, sem defeito, fiel e amoroso. Quando o casal é fiel no amor, é um grande sinal de Deus. Deus está presente no amor do casal. Quem acredita nisso pode casar na Igreja.
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"A aliança matrimonial, pela qual o homem e a mulher constituem entre si uma comunhão da vida toda, é ordenada por sua índole natural ao bem dos cônjuges e à geração e educação da prole, e foi elevada, entre os batizados, à dignidade de sacramento por Cristo Senhor."
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Deus nos fez para a felicidade, não nascemos para viver sozinho, mas sim com uma companhia. O Pai quando criou o homem, deu à ele uma companhia: Eva. Deus também acrescentou: "Por isso o homem deixa o seu pai e sua mãe para se unir à sua mulher; e já não são mais que uma só carne" (Gn 2, 24).
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Esse ato de se juntar com o sexo oposto para juntos viverem em uma só carne é o próprio Sacramento do Matrimônio. Este é um Sacramento de Serviço (junto com a Ordem), através dele nos unimos ao sexo oposto para juntos construirmos uma família. O Matrimônio é uma doação total ao outro e à Deus, somos chamados a construir uma família cristã, com pensamentos retos e morais.
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Hoje, o Maligno vem se apoderando deste Sacramento como se fosse algo qualquer, ele usa do casal como forma de destruir, eliminar, desconcertar o convívio familiar. São muitos os casamentos feitos na Igreja Católica que possui objetivos contrários a conduta cristã, ou seja, muitos são os casais que vão para o altar com desejos carnais e com o seguinte
pensamento: "Se não der certo, nos separamos".
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Muitos falam como é difícil aceitar o Sacramento da Ordem, ou seja, pensam que ser sacerdote é uma grande dificuldade nos dias de hoje. Só que tanto a Ordem como o Matrimônio são Sacramentos de Serviço, que necessitam da doação total dos que receberam o Sacramento. A missão do sacerdote é direcionar o povo ao caminho de Deus. A missão do casal é direcionar a família ao caminho da Santidade e do Amor Fraterno. Não podemos deixar de lembrar que é através do Sacramento do Matrimônio que nasce as vocações sacerdotais, vindas da educação que os familiares deram ao vocacionado. Podemos chegar então à conclusão que o Sacramento do Matrimônio é uma vocação, devemos estar preparados para direcionar e educar filhos e Filhos de
Deus no caminho da Santidade.
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A grande prova da falta de preparo de muitos casais nos dias de hoje, são os inúmeros casamentos que não dão certo. O divórcio é força do maligno, foi criado para separar a união que Deus criou entre dois de seus Filhos.
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Podemos então chegar a conclusão que o Sacramento do Matrimônio é uma das grandes obras divinas, que foi criado para o Amor Familiar. A Família é o grande investimento que Deus criou, é através dela que se educa cidadãos retos procurando a imitação de Cristo Jesus.

Segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

O Sacramento da Ordem (10/10)

A Ordem é a dedicação. Todo dia precisamos de ajuda de outras pessoas para viver com a gente, orientar, mostrar o caminho.
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Essas pessoas nos ajudam a alimentar a fé, acreditar na esperança, esperar na fraternidade. Tem gente que se dedica a esse serviço. Vive para isso. O Padre é um exemplo. Dedicação por excelência, só a de Deus. Deus se dedica tanto que chegou a confiar seu próprio filho a nós, a aceitar que ele morresse por nós. Tem gente que consagra a vida para mostrar aos irmãos esse grande amor de Deus. No sacramento da Ordem, quando o bispo impõe as mãos sobre um rapaz dedicado ao serviço dos irmãos, enxergamos a grande dedicação de Deus a nós.
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A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é, portanto, o sacramento do ministério apostólico. Comporta três graus: o episcopado, o presbiterado e o diaconato. Todos nós somos chamados a uma vocação, ou seja, Deus nos chama a servir a Ele através de algo: a Vida Leiga, a
Vida Religiosa, a Vida Consagrada, a Vida Sacerdotal.
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A Ordem é o Sacramento onde Deus nos chama a sermos verdadeiros apóstolos. Na Bíblia podemos ver os inúmeros chamados de Jesus: "Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus, que estava sentado no posto do pagamento das taxas, Disse-lhes: 'Segue-me'. O homem levantou-se e o seguiu" (Mt 9, 9). Através da leitura acima, podemos perceber que Jesus com uma só palavra consegue levar Mateus, um homem pagão e rico, ao sacerdócio (sacer = sagrado; dócio = Dom). A missão do sacerdote é ser uma "seta sinalizadora", ou seja, o sacerdote deve indicar ao povo o caminho à Cristo.
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Todos os apóstolos que vemos nas Escrituras, são os mesmos diáconos, padres, vigários, bispos e papa que existe nos dias de hoje. Bento XVI é o sucessor de São Pedro (o primeiro papa), os sacerdote são verdadeiramente apóstolos que batizam, confessam, crismam, celebram a Santa Missa em nome de JESUS.
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Não devemos temer o chamado, pois Jesus não escolhe pobre ou rico, mas sim aquele que Ele deseja. Jesus chamou Pedro (apóstolo sem cultura e incrédulo), Paulo (perseguidor dos cristãos), Mateus (apóstolo pagão e rico), Judas Iscariotes (apóstolo traidor).
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Nós como cristãos, devemos rezar muito pelas vocações sacerdotais, pedindo a cada dia que Jesus chame mais jovens a viver essa vida de entrega ao Senhor. Pois como sabemos: "A messe é grande, mas os operários são poucos. Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para vossa messe" (Mt 9, 37s).

Sábado, 2 de Agosto de 2008

O Sacramento da Unção dos Enfermos (9/10)

A Unção dos Enfermos é a cura. A doença nos mostra que somos limitados. A doença é também sinal de nossa falta de fraternidade, de nosso pecado. Deus cura a doença e a raiz da doença. Deus está presente em nosso esforço de arrancar o mal pela raiz. É o que celebramos na Unção dos Enfermos.
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Pela sagrada Unção dos Enfermos e pela oração dos presbítero, a Igreja toda entrega os doentes aos cuidados do Senhor sofredor e glorificado, para que os alivie e salve. Exorta os mesmos a que livremente se associem à paixão e à morte de Cristo e contribuam para o bem do povo de Deus.
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Não podemos rotular o Sacramento da Unção dos Enfermos como sinal de morte próxima, mas sim um Sacramento que podemos receber mais de uma vez quando passamos por doenças graves que necessitam de cuidados. Costuma-se na celebração o padre dar ao doente o Sacramento da Confissão, com o propósito do doente também arrepender-se de seus pecados.
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Antigamente, o Sacramento da Unção dos Enfermos era chamado Sacramento da extrema-unção dos Enfermos, foi trocado o nome pois muitos vinham a caracterizá-lo como o "sacramento da morte", não sendo bem assim. Inúmeros são aqueles que já receberam o Sacramento da Unção dos Enfermos mais de duas vezes e estão vivos até hoje.
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Um importante requisito para a realização do Sacramento é a vontade do doente querer recebê-lo, ou seja, não adianta a família querer impor algo que o próprio doente não deseja (isso não vale só para esse Sacramento, mas sim para todos os outros). A família pode aconselhá-lo, chamar o padre à casa do doente, mas não impor o Sacramento sem a vontade e a consciência do doente. Se o doente querer e tiver a consciência da importância do Sacramento, aí sim, o Sacramento terá muitos frutos e graças.
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A Unção dos Enfermos é a cura. A doença nos mostra que somos limitados. A doença é também sinal de nossa falta de fraternidade, de nosso pecado. Deus cura a doença e a raiz da doença. Deus está presente em nosso esforço de arrancar o mal pela raiz. É o que celebramos na Unção dos Enfermos. A Unção dos Enfermos é o sacramento da salvação total, do corpo e do espírito ao mesmo tempo. É o sacramento da esperança, porque ajuda o doente a entregar-se confiante nas mãos de DEUS.
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Jesus sempre teve um grande carinho pelos doentes. Quando os judeus os desprezavam, porque consideravam a doença um castigo de DEUS, Ele acolhia com amor e os curava. "E passando Jesus, viu um cego de nascença. Os seus discípulos perguntaram-lhe: Mestre, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: nem ele nem seus pais, mas foi para se manifestarem nele as obras de DEUS." (cf. Jo 9, 1-3). Jesus quis que aqueles que o acompanhavam continuassem sua missão, por isso deu a seus discípulos o dom da cura. "Então os discípulos partiram e pregaram para que as pessoas se convertessem. Expulsavam muitos demônios e curavam muitos doentes, ungido-os com óleo" (cf. Mc 6, 12s).
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O Senhor ressuscita renova este envio e confirma, através de sinais realizados pela Igreja ao invocar seu nome:"Quando colocarem as mãos sobre os doentes, eles ficarão curados" (cf. Mt 16, 18).

Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

O Sacramento da Penitência (8/10)

A Penitência é a volta. Quase todo dia a gente cai e se levanta. Pequenas quedas e grandes tombos. Ninguém quer ficar no chão. A gente pisa em falso porque não enxerga bem os passos e o caminho de Jesus. Erramos de caminho. Atrapalhamos a caminhada uns dos outros. Deus sempre dá a mão para a gente se deixar reconduzir. No sacramento da Penitência celebramos a coragem de pegar de novo na mão de Deus e voltar a andar no caminho dele, que é o caminho da irmandade.
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Aqueles que se aproximam do sacramento da Penitência obtêm da misericórdia divina o perdão da ofensa feita a Deus e ao mesmo tempo são reconciliados com a Igreja que feriram pecando, e a qual colabora para sua conversão com caridade, exemplo e orações. A confissão consiste em um sacramento instituído por Jesus Cristo no qual o sacerdote perdoa os pecados cometidos depois do batismo. Sobre o sacramento da Confissão, devemos analisar o seguinte:
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Os homens pecam.
Diz a Sagrada Escritura: "O justo cai sete vezes por dia" (Prov 24, 16). E se o próprio justo cai sete vezes, que será do pobre que não é justo?
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"Não há homem que não peque" (Ecl 7, 21).
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"Aquele que diz que não tem pecado faz Deus mentiroso" (1 Jo 1, 10).
O "Livre Arbítrio" humano permite ao homem realizar atos contrários ao seu criador.

É necessário obter o perdão desses pecados."Nesta porta do Senhor, só o justo pode entrar" (Sl 117, 20).
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"Não sabeis que os pecadores não possuirão o reino de Deus?" (1 Cor 6, 9).
Portanto, para entrar no Reino de Deus, é necessário obter o perdão dos pecados.

Nosso Senhor instituiu um sacramento. Qual é o meio que existe para alcançar o perdão dos pecados? Nos diz São João: "Se confessarmos os nossos pecados, diz o Apóstolos, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e purificar-nos de toda injustiça" (1 Jo 1, 8).
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Todavia, "aquele que esconde os seus crimes não será purificado; aquele, ao contrário, que se confessar e deixar seus crimes, alcançará a misericórdia" (Prov. 38, 13). "Não vos demoreis no erro dos ímpios, mas confessai-vos antes de morrer" (Ecl 17, 26).
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A confissão não é nova, já existia no Antigo Testamento, mas foi elevada à dignidade de Sacramento por Nosso Senhor, que conhecia a fraqueza humana e desejava salvar seus filhos.
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No dia da ressurreição, como para significar que a confissão é uma espécie de ressurreição espiritual do pecador, "apareceu no meio dos apóstolos... e, mostrando-lhes as mãos e seu lado... lhes disse: A paz esteja convosco. Assim como meu Pai me enviou, eu vos envio a vós. ...soprando sobre eles: recebei o Espírito Santo... Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 21, 21-23). O mesmo texto encontra-se em S. Mateus (Mt 28, 20).
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Como tudo é claro! Nosso Senhor tinha o poder de perdoar os pecados, como se desprende de S. Mateus (Mt 9, 2-7). Ele transmite esse poder aos seus Apóstolos dizendo: "assim como o Pai me enviou", isto é, com o poder de perdoar os pecados, "assim eu vos envio a vós", ou seja, dotados do mesmo poder. E para dissipar qualquer dúvida, continua: "soprando sobre eles: Recebei o Espírito Santo..." como se dissesse: Recebei um poder divino... só Deus pode perdoar pecados: pois bem... "Àqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados, e àqueles a quem os retiverdes, ser-lhes-ão retidos" (Jo 21, 21-23).
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A conclusão é rigorosa: Cristo podia perdoar os pecados. Ele comunicou este poder aos Apóstolos e por eles aos sucessores dos Apóstolos: pois a Igreja é uma sociedade "que deve durar até o fim do mundo" (Mt 28, 20).
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O livro dos Atos dos Apóstolos refere que quem se convertia "vinha fazer a confissão das suas culpas" (At 19, 18). Aqui nós começamos a refutar uma argumentação dos protestantes: cada um se confessa diretamente com Deus.
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A confissão deve ser feita a um padre.
Pelo próprio livro dos Atos dos Apóstolos, quando se afirma que o convertido "vinha fazer a confissão", fica claro que era necessário um deslocamento da pessoa para realizar a confissão junto aos Apóstolos, pois o verbo "vir" é usado por quem recebe a visita do penitente. Se a confissão fosse direta com Deus, bastaria pedir perdão de seus pecados, sem precisar 'ir' até a Igreja.
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Aliás, S. Tiago é explícito a esse respeito: "confessai os vossos pecados uns aos outros, diz ele, e orai uns pelos outros, a fim de que sejais salvos" (Tg 5, 16). Isto é, confessai vossos pecados a um homem, que tenha recebido o poder de perdoá-los. De qualquer forma, a instituição do Sacramento deixa claro o poder que Nosso Senhor conferiu à sua Igreja.
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Sem a vontade de se confessar com um outro homem, o pecador demonstra que seu arrependimento não é profundo, pois ele não se envergonha mais de ofender a Deus do que de expor sua honra. No fundo, ama a si mesmo mais do que a Deus e pode estar cometer um outro pecado, ainda mais grave, contra o primeiro mandamento: Amar a Deus sobre todas as coisas.
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Mas, em não existindo um Padre, como confessar-se? E como ficam os homens no Antigo Testamento?

Contrição e Atrição
A Contrição consiste em pedir o perdão de seus pecados por amor de Deus. A atrição, por sua vez, consiste em pedir o perdão dos pecados por temor do inferno.
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A primeira, contrição (chamada de contrição perfeita), apaga os pecados da pessoa antes mesmo da confissão. Todavia, só é verdadeira se há a disposição de se confessar com um padre. Foi desta forma que se salvaram os justos do Antigo Testamento. A atrição só é válida através do sacramento da confissão, o qual é eficaz mesmo se há apenas "medo do inferno".
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Ninguém duvida de que o sincero arrependimento dos pecados, com firme propósito de não pecar mais, e satisfação feita a Deus e aos prejudicados, eram, no Antigo Testamento, condições necessárias e suficientes para obter o perdão de Deus. O mesmo vale ainda hoje para todos os que desconhecem Nosso Senhor Jesus Cristo e seu Evangelho (desde que sigam a Lei Natural) e para os que não têm como se confessar (desde que tenham um ato de contrição perfeita). Mas quem, em seu orgulho, não acredita nas palavras de Cristo Ressuscitado, com as quais Ele instituiu o sacramento da penitência, e por isso não quer se confessar, não receberá o perdão, pois não ama à Deus verdadeiramente.
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Cada pecado é um ato de orgulho e desobediência contra Deus. Por isso "Cristo se humilhou e tornou-se obediente até a morte, e morte na Cruz" (Flp 2, 8) para expiar o orgulho e a desobediência dos nossos pecados, e nos merecer o perdão. Por isso ele exige de nós este ato de humildade e de obediência, na Confissão sacramental, na qual confessamos os nossos pecados diante do seu representante, legitimamente ordenado. E, conforme a sua promessa: "Quem se humilha, será exaltado, e quem se exalta, será humilhado" (Lc 18, 14).
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Alguns protestantes aliciam os católicos para sua seita com a promessa de que, depois do batismo (pela imersão), estariam livres de qualquer pecado e nem poderiam mais pecar! Conseqüentemente, concluem que não haveria necessidade de confissão. Apóiam esta afirmação nas palavras bíblicas de (1 Jo 3, 6 e 9). Todavia, basta confrontar essa passagem com outra, do próprio João Apóstolos (1 Jo 1, 8-10), para perceber que a conclusão é precipitada: "Se dissermos que não temos pecado algum, enganamo-nos a nós mesmos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo, e nos perdoa os nossos pecados, e nos purifica de toda a iniqüidade. Se dissermos que não temos pecado, taxamo-Lo de mentiroso, e a sua palavra não está em nós".
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Portanto, todos os homens necessitam de misericórdia divina; e os sinceros seguidores da Bíblia recebem-na, agradecidos, no sacramento da Confissão.
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O que é necessário para ser eficaz uma confissão? Exame de consciência; ter arrependimento (atrição ou contrição); propósito de não recair no pecado e de evitar as circunstâncias que o favoreçam; confessar-se sem omitir nada; cumprir a penitência estabelecida pelo confessor.

Segunda-feira, 12 de Maio de 2008

O Sacramento da Eucaristia (7/10)

A Eucaristia é o alimento. Ninguém vive sem se alimentar. Para viver, dependemos não só da comida, mas também do pão da fraternidade, do carinho, da justiça. Nessa experiência de repartir o pão de cada dia, seja o pão de trigo, seja o pão da dor ou da alegria, Deus está presente.
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Celebrar a Eucaristia é também uma denúncia contra a falta de fraternidade que existe no mundo; porque na Eucaristia comemos do mesmo pão, quando na vida falta pão para tanta gente.
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Acreditamos e celebramos tudo isso na comunhão. A Eucaristia é Deus mesmo se repartindo como pão, na doação de Jesus.
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A santa Eucaristia conclui a iniciação cristã. Os que foram elevados à dignidade do sacerdócio régio pelo Batismo e configurados mais profundamente a Cristo pela Confirmação, estes, por meio da Eucaristia, participam com toda a comunidade do próprio sacrifício do Senhor.
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Na última ceia, na noite em que foi entregue, nosso Salvador institui o Sacrifício Eucarístico de seu Corpo e Sangue. Por ele, perpetua pelos séculos, até que volte, o sacrifício da cruz, confiando destarte à Igreja, sua dileta esposa, o memorial de sua morte e ressurreição: sacramento da piedade, sinal da unidade, vínculo da caridade, banquete pascal em que Cristo é recebido como alimento, o espírito é cumulado de graça e nos é dado o penhor da glória futura.
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Muitos pensam que os Sacramentos são obras eclesiásticas, ou seja, criadas pela Igreja, mas isso não é verdade, todos os Sacramentos são sinais da graça de Deus que são expressos sem sombra de dúvidas na Palavra de Deus. Por exemplo: a presença de Jesus no Pão e no Vinho, é bem explicada nas Escrituras que relatam a última refeição de Cristo com os Apóstolos: A Santa Ceia.
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Veja abaixo algumas palavras que Jesus disse aos seus apóstolos:
"Durante a refeição, Jesus tomou o pão e, depois de o benzer, partiu-o e deu-lhe, dizendo: 'Tomai, isto é o meu corpo'. Em seguida, tomou o cálice em suas mãos, deu graças e o apresentou, e todos deles beberam. E disse-lhes: 'Isto é o meu sangue, o sangue da nova e eterna aliança que será derramado por vós e por todos. Em verdade eu vos digo: já não bebereis do fruto da videira, até aquele dia em que o beberei de novo no Reino de Deus'" (Mc 14, 22-25)
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Através das palavras de Cristo, podemos perceber a firmeza de suas palavras. Ele não disse que o Pão simbolizava a sua carne, mas é verdadeiramente a sua carne. Não disse também que o vinho representava o seu sangue, mas é verdadeiramente o seu sangue.
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Jesus disse também: "Eu sou o pão da vida: aquele que vem a mim não terá fome, e aquele que crê em mim jamais terá sede" (Jo 6, 35). Quem recebe o Cristo, com a convicção que realmente Jesus está presente na Hóstia Consagrada, tem a benção de estar sempre saciado de graças vindas Dele.
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Quando comungamos, nos transformamos em verdadeiros Sacrários, por isso é importante deixar bem limpo o lugar em que Jesus vai habitar. É através da Confissão que limpamos o nosso ser, recebendo a absolvição de nossos pecados.
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Podemos então concluir que a Eucaristia, que significa "Ação de Graças" é o alimento da alma. Através dele passamos a caminhar com mais força rumo à Salvação. O importante é comungar com a convicção que Jesus é o Sacramento da Eucaristia, que é um grande presente Dele à nós.

Terça-feira, 6 de Maio de 2008

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos

Aproveitando o embalo da Semana de Oração pela Unidade dos Cristão - SOUC, organizada pelo (CONIC), convido a todos a entrar nessa luta para o bem comum, que possamos não nos disfarçar sobre uma roupa de cordeiro, mas que verdadeiramente possamos rezar pela unidade das almas, dos propósitos... Afinal, sofremos a mesma dor, buscamos a mesma luz, amamos o mesmo Deus, seguimos a mesma Cruz... E no final das contas, nós queremos o mesmo Céu....

Vou ser bem sincero, não escuto músicas, não leio livros, artigos ou outros temas não católicos, a não ser quando me pedem, mas nem por isso vivo "alienado na minha fé" achando que o mundo é apenas eu e somente eu....

Por isso, a semana que antecede a solenidade de Pentecostes (Cf, Atos 2,1-47), onde judeus de muitas línguas ouviram a mesma voz, queremos nós cristãos de denominações diferentes falar a mesma língua, mas se não for possível a língua humana, será pela Graça de Deus que conseguiremos falar e ser ouvidos na mesma língua em oração, em oração chegamos a mesma sintonia...

Que os Cristãos não Católicos que acessam meu blog sinta-se acolhidos em minhas orações, não só durante essa semana, que como eu disse, não leio, não assisto, não compro, mas como Cristão, respeito, acolho e amo, pois quando o acolhimento é recíproco bons frutos aparecem!

Destaco as Igrejas que fazem parte do CONIC

Igreja Católica Apostólica Romana - ICAR

www.cnbb.org.br

Igreja Cristã Reformada - ICR

(11) 3260.7514

Igreja Episcopal Anglicana do Brasil - IEAB

www.ieab.org.br

Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil - IECLB

www.ieclb.org.br


Igreja Sirian Ortodoxa de Antioquia - ISO

http://www.syriac-br.org/

Igreja Presbiteriana Unida - IPU

www.ipu.org.br

Fonte da notícia: Conic

Quinta-feira, 24 de Abril de 2008

O Sacramento da Confirmação (6/10)

A Crisma é a força de Deus. Nós só conseguimos viver porque Deus nos dá essa força. Essa força de Deus é o Espírito Santo agindo em nós. Na Igreja, a experiência de nossa vida é celebrada no sacramento da Crisma. A Crisma é o sacramento do cristão que está amadurecendo na fé.

Juntamente com o Batismo e a Eucaristia, o sacramento da Confirmação constitui o conjunto dos "sacramentos da iniciação cristã" cuja unidade deve ser salvaguardada. Por isso, é preciso explicar aos fiéis que a recepção deste sacramento é necessária à consumação da graça batismal. Com efeito, pelo sacramento da Confirmação "os fiéis" são vinculados mais perfeitamente à Igreja, enriquecidos de força especial do Espírito Santo, e assim mais estritamente obrigados à fé que, como verdadeiras testemunhas de Cristo, devem difundir e defender tanto por palavras como por obras.

Durante a primeira vinda de Cristo sobre a Terra, Ele prometeu aos seus apóstolos o Paráclito (advogado, defensor). Jesus também promete o Espírito Santo para nós, e nos é concedido através do Sacramento da Confirmação. A Crisma também é chamado Sacramento da Confirmação, pois através dele confirmamos o nosso Batismo que recebemos na maioria das vezes quando criança.

Confirmar o Batismo é muito importante, pois quando criança não temos a consciência do Sacramento, mais sim os nossos parentes mais próximos que resolveram levá-lo até a pia batismal. Já na Crisma, não são os seus parentes que escolhem se queres ou não receber o Crisma, mas sim você mesmo.

No sacramento da Crisma recebemos os dons do Espírito Santo: Sabedoria, Entendimento, Conselho, Fortaleza, Piedade, Ciência e Temor de Deus. Eles são dons que nos aproximam de nossa vocação: a Santidade.

Quando recebemos o Espírito Santo e nos abrimos inteiramente à graça sacramental não agimos em nós, mas sim o próprio Deus nos usa de instrumento e agi em nós. Por isso podemos considerar o crismando uma pessoa com grandes responsabilidades. Veja:

No Batismo recebemos o Espírito Santo e nos transformamos de criaturas de Deus para Filhos de Deus. Já na Crisma dizemos com consciência: Quero ser Filho de Deus e assumir a minha missão de evangelizar.

O mesmo Deus que os apóstolos receberam no dia de Pentecostes é o mesmo que recebemos no Sacramento da Crisma, por isso a mesma autoridade que eles tinham ao anunciar a Palavra de Deus é a mesma que possuímos. O dia em que nos crismamos é sem dúvida o dia de nosso Pentecostes. Onde o Espírito Santo nos é enviado para transformar e santificar.

As transformações do Espírito Santo são nitidamente vistas na Bíblia. Observe: Vamos dar o exemplo do apóstolo Pedro. Antes do dia de Pentecostes era um pescador de pouca instrução, medroso, incrédulo e infiel. Quando se passou o dia de Pentecostes, melhor dizendo, logo ao sair do cenáculo onde o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos e Maria, ele realizou um discurso que prova o poder do Espírito Santo (At 2, 14-41). Podemos até duvidar se realmente era o mesmo Pedro pescador e incrédulo.

Foi a partir daí que a Igreja se firmou, ou seja, foi através do Papa São Pedro que a Igreja de Jesus Cristo surgiu. Vejamos:

Se somos também Igreja, é através do Sacramento da Crisma que firmamos em nós o "tijolo" eclesial que somos.

Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Frase de Padre Pio

"A prática das bem-aventuranças não requer atos de heroísmo, mas a aceitação simples e humilde das várias provações pelas quais a pessoa passa."
(Padre Pio)

Terça-feira, 8 de Abril de 2008

O que fazemos ou o que somos?

Evangelho
Jo:6,30-35

30.Eles perguntaram: "Que sinal realizas para que possamos ver e acreditar em ti? Qual é a tua obra?
31.Nossos pais comeram o maná no deserto, como diz a Escritura: 'Ele deu-lhes um pão que veio do céu' ".
32.Jesus respondeu: "Eu garanto a vocês: Moisés não deu para vocês o pão que veio do céu. É o meu Pai quem dá para vocês o verdadeiro pão que vem do céu,
33.porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo."
34.Então eles pediram: "Senhor, dá-nos sempre desse pão."
35.Jesus disse: "Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem acredita em mim nunca mais terá sede.

Fonte: www.bibliacatolica.com.br

No evangelho de hoje, vemos a figura do incrédulo. Após a Páscoa a Igreja nos relembra que Jesus foi "convidado" a provar quem Ele era.

Assim, como o povo daquele tempo, nós hoje ainda "testamos" Jesus.

As vezes quando vemos um truque de mágica, pensamos, nossa que poder esse cara tem, mas não passa de uma ilusão, pois o que está por trás é maior, tecnologia, física, quimica, matemática...

Quando os Homens que conversavam com Jesus, disserram que achavam que Moisés é que tinha o poder de fazer surgir o Maná... Não duvidaram de Jesus, mas o relativizaram, perguntando o que Ele "já havia feito". Esses Homens se prenderam ao momentâneo, ainda que extraordinário, mas, sabemos que quem comeu do Maná morreu...

Jesus é o NOVO MANÁ, e quem come d'Ele, esse está sendo alimentado verdadeiramente pelo Pai, pois o Pai está n'Ele.

Assim, a leitura do Evangelho de hoje não é por acaso... Somos tentados a gostar de pessoas pelo que elas já fizeram, mas não por quem elas são... Pense Nisso.

Quinta-feira, 3 de Abril de 2008

3 anos sem João Paulo II

Três anos já se passaram do falecimento do Papa João Paulo II, e o mundo ainda não esqueceu o testemunho dado por esse homem que buscou o diálogo, a unidade e a juventude.

Lembro-me bem doa notícia, do sentimento, da dor...

Porém, maior que a dor, só o amor, aprendi com ele a amar e conhecer pessoas novas, lembrom-me muito bem quando aos 13 anos (no encontro do Papa com as famílias no RJ - 1997), fiquei com aquele povo todo no sol ardente do maracanã, rezando o terço até a hora do evento... momentos que eu nunca esquecerei...


Bons Homens morrem, mas seus bons frutos permanecem...




Terça-feira, 1 de Abril de 2008

Frase do Dia

"Diante de Deus ajoelhe-se sempre."
(Padre Pio)

Quinta-feira, 27 de Março de 2008

O Sacramento do Batismo (5/10)

O Sacramento do Batismo (5/10)

O Batismo é o nascimento. Como a criança que nasce depende dos pais para viver, também nós dependemos da vida que Deus nos oferece. No Batismo, a Igreja reunida celebra essa experiência de sermos dependentes, filhos de Deus. Pelo Batismo, participamos da vida de Cristo. Jesus Cristo é o grande sinal de que Deus cuida de nós.

Terça-feira, 25 de Março de 2008

CUROSIDADE

Você Sabia?

*A Palavra EPIFANIA (do Grego epiphaneia: apresentação, aparição) é empregada pelo calendário litúrgico da Igreja, para designar a apresentação de Jesus Cristo aos povos?


*Ano litúrgico é o calendário religioso da Igreja Católica. Contém a data dos acontecimentos da história da salvação. Ele surgiu e se desenvolveu a partir da paixão e morte e ressurreição de Jesus Cristo.

Por que buscais entre os mortos aquele que está vivo? (Cf. Lc 24,5b)




O período da páscoa não pode ser vivido como mais um do tempo litúrgico. Os momentos litúrgicos importante da Igreja ela sempre reserva um período de preparação antes (Páscoa = Quaresma e Natal = Advento).

Por que a Igreja tem essa preocupação? Muito simples, é do período da Páscoa (Passagem para nova Vida) e Natal (Nascimento de uma nova Vida), que Jesus manifesta não sua Divindade, (pois isso ele faz durante seu ministério público), mas Jesus demonstra sua HUMANIDADE.

Jesus chora ao saber que seu amigo Lásaro havia morrido (Cf. Jo 11, 35), Jesus transpira sangue na tentação derradeira (Cf. Lc 24, 44), Jesus se compadece do leproso (Cf. Mc 1,40-41), do Povo (Cf. Mc 6, 33-36).

Em Jesus havia com certeza um lado humano, um jeito, um reflexo de Deus em sua carne, porém, sua missão era maior, Jesus veio para romper com as amarras da humanidade e estabelecer, definitivamente a relação divina com o Homem...

Quando as mulheres foram ao túmulo de Jesus, tamanho foi o susto que elas tomaram, pois havia um anjo, e lhes disse:

"Por que buscais entre os mortos aquele que está vivo?" (Cf. Lc 24,5b)

A sua capacidade é apenas exterior, humana, já a realidade de Jesus é outra, é divina.

Por isso tamanho o susto, tamanho o espanto, pois Jesus rompeu com aquilo que jamais havia acontecido (ressurreição por iniciativa própria), apenas o Filho de Deus pederia, e Ele pôde!

Como você viveu a sua quaresma?

Como vc viveu sua quaresma?
Muito bem, momento de conversao
Nao tao bem assim, mas lutei...
nao tao bem, mas sou indiferente se consigo ou nao
quaresma, o que e isso???
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INFORMAÇÕES SOBRE A ATUALIZAÇÃO DO BLOG!

Graça e Paz pessoal!


Gostaria de informar aos amigos que lêem o blog, que a partir dessa semana estarei atualizando o Blog em 2 dias da semana, quais sejam, TERÇA e QUINTA!

Achei melhor estabelecer dias fixos para atualização, tendo em vista o número de visitas (mais de 3 mil...) e assim, terei tempo de juntar mais material para cada atualização estar com reflexões, textos, vídeos e mais coisas interessantes!!!

Agradeço a vocês pelos acesso e a Deus graça de sua amizade!

Marco Antonio

Segunda-feira, 24 de Março de 2008

Sexta-Feira Santa



Sexta-feira Santa

Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai

A tarde de Sexta-feira Santa apresenta o drama imenso da morte de Cristo no Calvário. A cruz erguida sobre o mundo segue de pé como sinal de salvação e de esperança. Com a Paixão de Jesus segundo o Evangelho de João contemplamos o mistério do Crucificado, com o coração do discípulo Amado, da Mãe, do soldado que lhe traspassou o lado.

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São João, teólogo e cronista da paixão nos leva a contemplar o mistério da cruz de Cristo como uma solene liturgia.

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Tudo é digno, solene, simbólico em sua narração: cada palavra, cada gesto. A densidade de seu Evangelho agora se faz mais eloqüente. E os títulos de Jesus compõem uma formosa Cristologia.

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Jesus é Rei. O diz o título da cruz, e o patíbulo é o trono onde ele reina. É a uma só vez, sacerdote e templo, com a túnica sem costura com que os soldados tiram a sorte. É novo Adão junto à Mãe, nova Eva, Filho de Maria e Esposo da Igreja. É o sedento de Deus, o executor do testamento da Escritura. O Doador do Espírito. É o Cordeiro imaculado e imolado, o que não lhe romperam os ossos. É o Exaltado na cruz que tudo o atrai a si, quando os homens voltam a ele o olhar.

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A Mãe estava ali, junto à Cruz. Não chegou de repente no Gólgota, desde que o discípulo amado a recordou em Caná, sem ter seguido passo a passo, com seu coração de Mãe no caminho de Jesus. E agora está ali como mãe e discípula que seguiu em tudo a sorte de seu Filho, sinal de contradição como Ele, totalmente ao seu lado. Mas solene e majestosa como uma Mãe, a mãe de todos, a nova Eva, a mãe dos filhos dispersos que ela reúne junto à cruz de seu Filho.

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Maternidade do coração, que infla com a espada de dor que a fecunda.

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A palavra de seu Filho que prolonga sua maternidade até os confins infinitos de todos os homens. Mãe dos discípulos, dos irmãos de seu Filho. A maternidade de Maria tem o mesmo alcance da redenção de Jesus. Maria contempla e vive o mistério com a majestade de uma Esposa, ainda que com a imensa dor de uma Mãe. São João a glorifica com a lembrança dessa maternidade. Último testamento de Jesus. Última dádiva. Segurança de uma presença materna em nossa vida, na de todos. Porque Maria é fiel à palavra: Eis aí o teu filho.

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O soldado que traspassou o lado de Cristo no lado do coração, não se deu conta que cumpria uma profecia realizava um último, estupendo gesto litúrgico. Do coração de Cristo brota sangue e água. O sangue da redenção, a água da salvação. O sangue é sinal daquele maior amor, a vida entregue por nós, a água é sinal do Espírito, a própria vida de Jesus que agora, como em uma nova criação derrama sobre nós.


A Celebração

Hoje não se celebra a missa em todo o mundo. O altar é iluminado sem mantel, sem cruz, sem velas nem adornos. Recordamos a morte de Jesus. Os ministros se prostram no chão frente ao altar no começo da cerimônia. São a imagem da humanidade rebaixada e oprimida, e ao mesmo tempo penitente que implora perdão por seus pecados.

Vão vestidos de vermelho, a cor dos mártires: de Jesus, o primeiro testemunho do amor do Pai e de todos aqueles que, como ele, deram e continuam dando sua vida para proclamar a libertação que Deus nos oferece.


Ação litúrgica na Morte do Senhor

1. A ENTRADA

A impressionante celebração litúrgica da Sexta-feira começa com um rito de entrada diferente de outros dias: os ministros entram em silêncio, sem canto, vestidos de cor vermelha, a cor do sangue, do martírio, se prostram no chão, enquanto a comunidade se ajoelha, e depois de um espaço de silêncio, reza a oração do dia.

2. Celebração da Palavra

Primeira Leitura

Espetacular realismo nesta profecia feita 800 anos antes de Cristo, chamada por muitos o 5º Evangelho. Que nos introduz a alma sofredora de Cristo, durante toda sua vida e agora na hora real de sua morte. Disponhamo-nos a vivê-la com Ele.

Segunda leitura

O Sacerdote é o que une Deus ao homem e os homens a Deus… Por isso Cristo é o perfeito Sacerdote: Deus e Homem. O Único e Sumo e Eterno Sacerdote. Do qual o Sacerdócio: o Papa, os Bispos, os sacerdotes e dos Diáconos unidos a Ele, são ministros, servidores, ajudantes…

Versículo antes o Evangelho

Cristo, por nós, humilhou-se e foi obediente até a morte, e morte de cruz. Por isso Deus o sobreexaltou grandemente e o agraciou com o Nome que é acima de todo nome.

Como sempre, a celebração da Palavra, depois da homilia conclui-se com uma ORAÇÃO UNIVERSAL, que hoje tem mais sentido do que nunca: precisamente porque contemplamos a Cristo entregue na cruz como Redentor da humanidade, pedimos a Deus a salvação de todos, crentes e não crentes.

Adoração da Cruz

Depois das palavras passamos a um ato simbólico muito expressivo e próprio deste dia: a veneração da Santa Cruz é apresentada solenemente a Cruz à comunidade, cantando três vezes a aclamação:

"Eis o lenho da Cruz, onde esteve pregada a salvação do mundo. Ó VINDE ADOREMOS", e todos ajoelhados uns instantes de cada vez, e então vamos, em procissão, venerar a Cruz pessoalmente, com um genuflexão (ou inclinação profunda) e um beijo (ou tocando-a com a mão e fazendo o sinal da cruz ); enquanto cantamos os louvores ao Cristo na Cruz :


A comunhão

Desde de 1955, quando Pio XII decidiu, na reforma que fez na Semana Santa, não somente o sacerdote - como até então - mas também os fiéis podem comungar com o Corpo de Cristo. Ainda que hoje não haja propriamente Eucaristia, mas comungando do Pão consagrado na celebração de ontem, Quinta-feira Santa, expressamos nossa participação na morte salvadora de Cristo, recebendo seu "Corpo entregue por nós".

Fonte: ACI Digital

21/03/2008 - 07h00

Fonte: http://www.cancaonova.com/portal/canais/formacao/internas.php?id=&e=9091

Quarta-feira, 19 de Março de 2008

A SEMANA SANTA!!!

Bem, resolvi escrever sobre um tema bem atuali, a SEMANA SANTA, a qual estamos...

A Semana Santa é o período que marca o final da quaresma (40 dias de tentação de Jesus no deserto e 40 anos peregrinação do povo pelo deserto até a Terra Prometida), para a Páscoa (Passagem).

Analisando os 2 fatos, percebemos que não é apenas os 40 que são comuns... mas principalmente que esse período serviu como tempo de penitência e prparação para aquilo que estava por vir!

A Páscoa (passagem) é a modificação de tudo, é o alge da vida Cristã, é a certeza que mesmo no deserto e sendo tentado, existe algo maior, mais importante que a minha tentação, A VITÓRIA!

A mensagem de Jesus não foi somente falada, mas sobre tudo vivida e ao extremo... Que possamos viver com essa mesma redicalidade as coisas de Deus e junto com ele ter a certeza do ressuscitado!

Sexta-feira, 29 de Fevereiro de 2008

Curiosidade sobre o Natal

Te muita gente que nos deseja "um feliz Natal", na noite do dia 24 de Dezembro, já do dia 26 de Dezembro, está preocupada com a roupa do Ano Novo, porém, ainda não acabou o Natal.... Você sabia?

A FESTA começa com a Vigília do Natal, no dia 24 de Dezembro, indo do dia 25 (00:00h) até o dia 1ª de Janeiro, porém o TEMPO DE NATAL vai até a festa do Batismo do Senhor (Nesse ano celebrado no dia 13/01).

SALMO

"Recordou o seu amor sempre fiel pela casa de Israel"
Salmo 97 (98), 3b

Os Sacramentos do Serviço da Comunhão (4/10)

O Batismo, a Confirmação e a Eucaristia são os sacramentos da iniciação cristã. São a base da vocação comum de todos os discípulos de Cristo, vocação à santidade e à missão de evangelizar o mundo. Conferem as graças necessárias à vida segundo o Espírito nesta vida de peregrinos a caminho da Pátria.
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Dois outros, o Sacramento da Ordem e o Sacramento do Matrimônio, estão ordenados à salvação de outrem. Se contribuem também para a salvação pessoal, isso acontece por meio do serviço aos outros. Conferem uma missão particular na Igreja e servem para a edificação do Povo de Deus.
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Nesses sacramentos, os que já foram consagrados pelo Batismo e pala Confirmação para o sacerdócio comum de todos os fiéis podem receber consagrações específicas. Os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para ser, em nome de Cristo, pela palavra e pela graça de Deus, os pastores da Igreja. Por sua vez, os esposos cristãos, para cumprir dignamente os deveres de seu estado, são fortalecidos e como que consagrados por um sacramento especial.

Quarta-feira, 27 de Fevereiro de 2008

Os Sacramentos da Cura (3/10)

Pelos sacramentos da iniciação cristã, o homem recebe a vida nova de Cristo. Ora, esta vida nós a trazemos "em vasos de argila" (2Cor 4, 7). Agora, ela ainda se encontra "escondida com Cristo em Deus" (Cl 3, 3). Estamos ainda em "nossa morada terrestre" (cf. 2Cor 5, 1), sujeitos ao sofrimento, à doença e à morte. Esta nova vida de filhos de Deus pode se tornar debilitada e até perdida pelo pecado.
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O Senhor Jesus Cristo, médico de nossas almas e de nossos corpos, que remiu os pecados do paralítico e restitui-lhe a saúde do corpo (cf. Mc 2, 1-12), quis que continuassem atreavés do seus apóstolos (mais tarde falaremos sobre a sucessão Apostólica), na força do Espírito Santo, sua obra de cura e de salvação, também junto de seus próprios membros. É esta a finalidade dos dois sacramentos de cura: o Sacramento da Penitência e o Sacramento da Unção dos Enfermos.(serão objeto de maior aprofundamento, aguardem)
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No exemplo de Maria... (Cf. Lc 2, 16-21)


Que Maria, é exemplo de fé, ninguém discute (tem até gente que tenta)
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Mas são nos seus menores gestos que estão os seus maiores valores!
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No Evangelho de São Lucas, (Cf. Lc 2,16-21), que Maria, mesmo depois do nascimento de Jesus, ainda estava no período de discernimento de tudo aquilo que estava em seu coração, com certeza, Maria viveu aquele momento em profunda oração, pois observava e permanecia em meditação em seu coração.
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No mundo de hoje, dividido, tribulado, corrido, necessário se faz tomarmos o exemplo de Maria, e reservar momentos para reflexão, para uma leitura sadia, pensar na vida... É bom desacelerar as vezes!!!
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Que possamos aprender com Maria a mulher que diante de Jesus apenas fez silêncio, meditou e O contemplou...

SALMO

"Os confins do universo contemplam a salvação do Nosso Deus"
Salmo 97 (98)

Quarta-feira, 20 de Fevereiro de 2008

Os Sacramentos da Iniciação Cristã (2/10)

Os Sacramentos da Iniciação Cristã (2/10)

Pelos sacramentos da iniciação cristã - Batismo, Confirmação e Eucaristia - são lançados os fundamentos de toda vida cristã.
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A participação na natureza divina, que os homens recebem como dom mediante a graça de Cristo, apresenta certa analogia com a origem, o desenvolvimento e a sustentação da vida natural. Nós fiéis, de fato, renascidos no Batismo, são fortalecidos pelo sacramento da Confirmação e, depois, nutridos com o alimento da vida eterna na Eucaristia.
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Assim, por efeito destes sacramentos da iniciação cristã, estão em condições de saborear cada vez mais os tesouros da vida divina e de progredir até alcançar a perfeição da caridade.